COPENHAGEN. O QUE VIMOS E FIZEMOS

Começamos nossa viagem à Escandinávia pela Dinamarca. Sua linda capital é conhecida pela beleza de suas ilhas, pelos castelos, reis, rainhas e  é considerada a capital do design mundial.
Prometia ser uma viagem bastante agradável. Copenhague foi fundada em 1167 pelo bispo Absalão, que construiu um forte na ilha de Slotsholmen.e a partir daí não parou mais de crescer. Hoje, a população passa de um milhão de habitantes. No passado, a Noruega e a Suécia pertenciam à Dinamarca, daí encontrarmos muitas semelhanças nas paissagens locais.
Saímos do Rio de Janeiro via Frankfurt pela Latam e depois pela lufthansa . A moeda local é a coroa dinamarquesa, mais cara que o Euro e que nós trocamos ainda no aeroporto.
O aeroporto de Copenhaguen, Kastrup, localiza-se a 8 km ao sul da capital. Existem várias opções para se chegar ao centro da cidade: táxi (caro), ônibus ou trem.
Reservamos nosso hotel no coração da cidade, perto da estação central (Kobenhavn H) e dos principais pontos turísticos.







Copenhaguen (Kobenhavn) é uma cidade boa para se conhecer a pé ou de bicicleta. Saímos logo cedo do hotel e fomos andando da área central até a pequena sereia, uma  caminhada longa, mas que valeu a pena. A praça da Prefeitura (Radhuspladsen) é um lugar bem interessante e bonito. Também neste local, os dinamarqueses comemoram suas conquistas e é um lugar bastante movimentado. Bem ao lado, localiza-se o famoso parque Tívoli (Vesterbrogade 3). Esse parque foi inaugurado em 1834 e é um centro de lazer popular com teatros, restaurantes e lanchonetes.A mais famosa rua de pedestre é a Stroget, considerada a maior do mundo. É formada por cinco ruas e é onde podemos encontrar as melhores lojas (Shopping Copenhagen-Amagertorv.), artistas de rua, museus, igrejas, prédios históricos, lindas fontes, enfim, um lugar para andar bem devagar, aproveitar.






Uma visita imperdivel é conhecer as famosas porcelanas da Royal Copenhagen: arte de mais de duzentos anos, com preços variáveis e que vale levar de lembrança, mesmo sendo uma pequena porcelana. Não esqueça de provar um belo chocolate quente na lanchonete dentro da loja (por sinal bastante recomendada) ou simplesmente contemplar os jardins internos.
Sempre seguindo em frente chegaremos à praça Kongens Nytorv ou praça nova do rei (1670). Essa praça é considerada uma das mais imponentes da Europa e em sua área central existe uma estátua do Rei Christian. Uma boa parada para contemplarmos o Teatro Real, o famoso Hotel D'Angleterre e a maior loja de departamentos de Copenhaguen, a Magasin du Nord. Foi também uma boa oportunidade para provar o famoso e delicioso cachorro-quente vendido em carrocinhas (Danish pulsevogne).



O melhor estava bem perto, ao fundo desta foto acima: o Nyhavn (Novo Porto). Antiga zona portuária, de passeios pouco recomendados, sofreu uma mudança radical a partir de 1970, tornando-se o maior ponto de encontro da cidade. Edifícios coloridos, bares, restaurantes, pessoas passeando, bebendo uma boa cerveja ou simplesmente admirando os lindos canais e os enormes veleiros ali atracados. Deste ponto, partem inúmeras excursões para os canais mais distantes. Seguindo a caminhada em direção a pequena sereia, passamos por ruas tranquilas, pequenas lojas de antiguidades e algumas lanchonetes que valeram uma pequena parada para um delicioso sorvete. Se você deseja ir de ônibus, pegue o 15, 19, 1A e de barco o 901 e 902.





O melhor restaurante do mundo, eleito pela revista britânica Restaurant, localiza-se aqui no Nyhavn. É o Noma . Fundado em 2004, tornou-se parada obrigatória para os amantes da gastronomia.




Na calçada de Langelinie, no Porto de Copenhagen, está o símbolo da cidade: a Pequena Sereia. Esta obra em bronze, de 1,65cm, foi criada por Edvard Erichsen e inaugurada em 1913. A inspiração veio da personagem de Andersen, escritor dinamarquês, considerado o pai da literatura infantil, que contava a história de uma sereia que abandonava o mar ao se apaixonar por um príncipe. Esta  pequena obra foi transportada para Xangai para participar da Expo 2010, onde foi convidada de honra no pavilhão dinamarquês. Como a Pequena Sereia está sentada em uma pedra um pouco afastada do calçadão, cuidado se você pensa em chegar um pouco mais perto, pois terá que atravessar um pequeno caminho íngreme. Não poderia deixar de passar em um pequeno quiosque no parque próximo, para comprar uma lembrancinha da  pequena sereia.
Caminhando mais um pouco, encontramos uma antiga guarnição militar conhecida como Kastellet e a igreja inglesa. Vale um passeio para boas fotos. Hoje é usado pelo Exército dinamarquês e o acesso é restrito.





O Nationalmusset  é uma visita imperdível e ficava bem perto de nosso hotel. Fomos caminhando, mas também se chega de ônibus 12, 15, 26, 29, 33, 1A, 2A e 6A. O museu está instalado em uma residência restaurada do século18. Podemos conhecer a história dinamarquesa, lembranças dos antigos vikings, jóias, corpos preservados e também um museu infantil.


A mais elegante galeria de arte de Copenhague é a Ny Carlsberg Glyptotek . Está localizada na Dantes Platz. Inaugurada em 1897, está instalada em um edifício neoclássico e possui coleção de arte romana, egípcia, francesas e quadros de artistas famosos como Monet. Vale uma visita.


O que encontramos muito por aqui foi bicicleta. As magrelas estão por toda parte. As ciclovias são inúmeras. É um dos países com maior número de bicicletas do mundo. Em horário de muito movimento, 40% das pessoas optam por andar de bicicleta. Você poderá alugá-la em albergues, centros de informação ou em estações de trem.
Depois da caminharmos o dia inteiro, na volta para nosso hotel paramos no Hard Rock Cafe, um lugar alegre, muita gente conversando, famílias reunidas e bem próximo ao Tivoli e à Estação Central.
Bem cedo pegamos um trem na Estação Central em direção ao aeroporto e daí para Oslo. Apesar de cara, é uma viagem que vale a pena.












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