Atualizado em agosto de 2018.

A Pousada do Toque, em São Miguel dos Milagres, no litoral norte de Alagoas, sempre foi sinônimo de bom gosto e exclusividade. Fica localizada na Rota Ecológica, que vai da Barra de Camaragibe a Porto de Pedras. O acesso mais comum é realizado à partir de Maceió pela  AL 101 norte, no sentido São Luís do Quitunde ou atravessando de balsa o Rio Mangüaba, que separa os municípios de Japaratinga e Porto de Pedras, para quem vem do sentido norte (Recife ou Maragogi, por exemplo). Os valores para a travessia são de doze reais para carros comuns e vinte reais para utilitários (atualizado em agosto de 2015). Funciona o dia inteiro, encerrando meia noite. O trajeto é bem curto, mas muito bonito. A pousada faz o transfer (ida e volta), desde o Aeroporto Internacional de Maceió, ao custo de R$500,00 o casal ( valores para agosto/2018).



Confesso que chegando em Varsóvia no inverno de 2013, não estava em meus planos conhecer a linda Cracóvia. Chegando ao nosso hotel, o Novotel Centrum, no momento do check-in, encontei um folder dos passeios na cidade e arredores e especialmente um me deixou inquieto: um dia na "Cracóvia". A empresa responsável é a Warsaw City Tours



Capital da Polônia por seis séculos, Cracóvia ou Kraków é encantadora e muito charmosa. A princípio não fazia parte da nossa programação (primeiro pecado), mas com a inclusão do passeio para o campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, acabou entrando automaticamente no roteiro. Ficamos apenas seis horas na cidade (segundo pecado).
É uma cidade medieval com castelos e muitos prédios históricos. Foi uma das cidades polonesas menos atingidas na Segunda Guerra Mundial, o que contribuiu para preservação de seus monumentos.
A principal atração da cidade é a Colina de Wawel. Cassimiro, o restaurador, por volta de 1036, fez da cidadela, sede do governo da Polônia até 1596, quando a corte e o parlamento foram transferidos para Varsóvia. Na Cidadela, encontramos a Catedral de Varsóvia e o Castelo Real. Aqui, reis eram coroados e enterrados na Catedral. A lenda do dragão que cospia fogo ainda hoje é contada e, atrás do monte, existe uma série de cavernas que estão ligadas com a lenda.



Islândia esse seria nosso próximo destino, pensei, a época. De tão diferente, fiquei bem curioso. Não encontrei Guias para estudar sobre o destino, apenas matérias, via internet. Mas considerando que adorei Ushuaia e Anchorage, ambos equivalentes, com certeza iria gostar da Islândia. Não é o destino de primeira linha na Europa, mas se a opção for essa, imagina-se que deva conhecer bem a Europa, porque monumentos, museus espetaculares e lindas avenidas com certeza não irão encontrar ali, mas se a opção for aventura e natureza, acerta-se em cheio ao escolhê-lo. O lugar é esse!


Como chegar

Existem duas formas de chegar em Reykjavik. Uma seria através das grandes capitais da Europa ou, ainda, pelos Estados Unidos. Não existem vôos diretos do Brasil. Como tínhamos um trecho por New York, optamos por esse percurso, embora um pouco mais caro. Voamos com a Icelandair, a empresa nacional da Islândia. Clica aqui para conhecer mais. O Aeroporto de Keflavik é o maior da ilha e fica a 50 km da capital.





Um dos ataques mais ousados da história, foi o ataque da Marinha Imperial Japonesa contra a Base Militar de Pearl Harbor, na ilha de Oahu, Havaí. Após assinatura do Pacto do Eixo, o Japão tinha como aliados a Alemanha nazista e a Itália fascista. O processo de expansão japonês e as restrições americanas ao Japão, foram uma das causas que motivaram a invasão. Em 26 de novembro de 1941, uma frota de 6 porta-aviões deixa a Baia de Hitokappu, nas ilhas Burilas, em direção a Pearl Harbor. No total eram 441 aviões, 20 submarinos e 5 mini-submarinos, para garantir que nenhuma embarcação saísse da base americana. O silêncio era a ordem. Contatos de rádio estavam proibidos. Pearl Harbor era uma baia rasa, pouco profunda , conhecida como Wai Momi, ou "águas perolizadas" na língua dos locais. Aqui se criavam ostras antes de tornar-se base naval. Os três maiores porta-aviões americanos não estavam na Baia. Na manhã de 7 de dezembro de 1941, pouco antes das sete da manhã, o ataque ocorreu. O USS Ward identificou e disparou em um mini-submarino japonês, cuja função era de usar torpedos e afundar navios americanos. Nenhum dos mini-submarinos voltou para a base e apenas um, dos 10 marinheiros japoneses, sobreviveram, tornando-se o primeiro preso americano na Segunda Guerra Mundial. Foram 21 navios danificados ou afundados, 347 aviões, morreram 2.403 pessoas e, feridos, 1178 pessoas. As bases de submarinos e de combustível não foram danificados, o que aumentaria mais ainda o tempo de recuperação americana. Os Japoneses estavam satisfeitos e os Estados Unidos entravam definitivamente na Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
Hoje a Base americana é uma das grandes atrações turísticas da Ilha de Oahu.