Que tal conhecer dois países em um só passeio? Compramos nosso pacote pela Transamerica Turismo, que incluía a visita a ilha de St Martin, que, geograficamente, compartilha dos territórios francês e holandês. Viajamos no MSC Seaside.
Aguardávamos com ansiedade essa parada. Chegamos ao lado holandês, em sua capital,  Philipsburg. Ao sair do navio seguimos direto a uma pequena área externa reservada a taxis e vans para passeios. A negociação é o mais importante, embora uma tabela de preços esteja disponível. Não alugamos o pacote do navio e nem carro (considero fazê-lo se o tempo na ilha for extenso). Reunimos dez pessoas e fomos de Van. A dúvida? Conhecer toda a ilha ou se limitar ao lado holandês? A vontade de ir a França imperou. Resolvemos, então, fazer um tour pela ilha inteira ou a maioria dela.
O mapa abaixo mostra os pontos relevantes para programar um passeio. 


Sabe aquele lugar onde tudo parece funcionar bem e o equilíbrio parece predominar? Esse lugar chama-se Singapura ou Cingapura (em malaio). Com um dos maiores IDHs (índice de desenvolvimento humano) do mundo, essa cidade-estado é encantadora. Foi nosso último destino na Ásia, concluindo uma série deles no fantástico roteiro "Sudeste Asiático", elaborado pela Transamerica Turismo, .
Após deixar o domínio britânico, separando-se da Malásia, em 1965, a ilha, antes pobre, tornou-se um dos lugares mais ricos do mundo. As línguas vigentes são o inglês, chinês, malaio e tâmil. A moeda é o dólar (1 real equivale a 0,34SGD ou dólares de Singapura) e o visto não é necessário para brasileiros.
Chegamos no início da noite e o encantamento já nos encheu os olhos no próprio aeroporto. O mega Aeroporto Changi é considerado o melhor do mundo. Entre as principais atrações, está a Forest Valley (um agrupamento de plantas) e a Rain Vostex (a maior cachoeira interna do mundo).




Annelies Marie Frank, ou Anne Frank, era uma alemã nascida em 12 de junho de 1929, na cidade de Frankfurt, porém viveu grande parte da sua adolescência em Amsterdã, Holanda. Mudou-se da sua cidade natal em 1934, com a ascensão dos nazistas ao poder alemão. Sua família era de origem judaica e as manifestações antissemitas fizeram-nos  procurar um lugar mais seguro para viver, ou pelo menos achavam. 
Viveram uma vida normal por seis anos, mas já no final da guerra, foram descobertos pelos nazistas em seu esconderijo em um prédio comercial. Anne e sua irmã, Margot Frank, foram levadas para o campo de concentração alemão de Bergen-Belsen, onde morreram, provavelmente, de febre tifóide (1945, aos 15 anos)
O único sobrevivente da família após o final da guerra, foi seu pai, Otto Frank. Retornando a Amsterdã,  descobriu que o diário da sua filha havia sido guardado por Miep Gies, a mesma que ajudou a família, escondendo-os no prédio comercial.




Nosso cruzeiro pelo Caribe incluia a linda St. Thomas no roteiro. Viajamos com a MSC Seaside, partindo de Miami. Esta, juntamente com St John e St Croix, formam as Ilhas Virgens Americanas. Sua capital é Charlotte Amalie, a moeda é o dólar americano e a língua local é o inglês. Chegamos  em uma manhã ensolarada, perfeita para conhecer um cenário digno de "paraíso". Não compramos o pacote oferecido pelo navio, optamos por alugar um táxi, logo na saída do porto. 
Tínhamos em torno de doze horas na ilha para esse tour, motivo pelo qual, dispensamos os arredores, as ilhas próximas. 
O porto fica em uma área bastante movimentada, com muitos restaurantes, pubs e comércio local  (Havensight Mall), mas achamos conveniente fazer esse passeio na volta do city tour, oportunidade para fazer uma refeição ou compras. O acesso ao táxi também fica nessa área, a esquerda do porto. A ilha é íngreme, com estradas estreitas, o que não nos pareceu  boa idéia alugar um carro na região.
Montamos um pequeno grupo e barganhamos um preço para fazermos o passeio. Coloque em seu roteiro conhecer as praias de Magens Bay e Coki Beach. A primeira considerada uma das mais bonitas do mundo. Os taxistas aqui são muito "espertos" e orientamos ter cuidado ao firmar os acordos.




Iniciamos nosso passeio seguindo para a parte mais alta da ilha, um pequeno centro comercial. De lá,  conseguimos uma panorâmica perfeita da ilha. A cidade, o porto, as ilhas vizinhas e algumas praias também. O local é um centro de compras com muitas opções de lembranças região. Vale conhecer.

Curtindo com os filhos a belíssima praia de Magens Bay.

A cidade e área do porto.
Seguimos para a praia de Magens Bay. A entrada não é gratuita, custa cinco dólares por pessoa. Acertamos com o taxista para nos buscar após três horas e nos foi exigido o pagamento antecipado. E nos restou a dúvida, então, do seu retorno, todavia, o acordo foi cumprido.
A praia é perfeita, dotada de uma área verde imensa. A água é um pouco fria, mas de um azul intenso, o que lhe confere um visual impactante. Dois restaurantes dão suporte a praia. Fomos lá e provamos drinks caribenhos para nos proteger da chuva que, de repente, despencou. Afinal, nada é tão perfeito assim.





Seguimos para a área comercial e uma passagem pelo lindo Forte Christian, uma construção militar (1671), iniciada pelos dinamarqueses que controlavam a ilha nesse período (o que explica a origem do nome "Charlotte"). Bem perto dali, está a Assembléia Legislativa, onde, em 31 de marco de 1917, a Dinamarca transferiu o poder da ilha para os Estados Unidos. A maior área comercial está nesse ponto, mais precisamente entre a Veterans Driven (orla) e a Main Street. É uma região comercial grande e funciona de segunda a sábado, das 9h às 17h. Vendem-se muitas jóias, diamantes , rubis e muitas outras pedras. A ilha é um Free Shopp e consegue-se bons preços, até melhor que nos EUA. A distância caminhando até o porto é relativamente curta. Dependendo do tempo oferecido no cruzeiro para o passeio, é uma excelente opção disponibilizá-lo neste espaço.


De volta a areá portuária, fomos ao imperdível Paradise Point, (adulto, $21,00 / criança, $10,50) uma espécie de funicular, que transporta passageiros para um ponto alto da ilha, com restaurantes e uma vista esplêndida para a área portuária.  Ótimo passeio para crianças.

Paradise Point, area do porto, Havensight Mall e orla.

Bem ao lado do Paradise Point, encontramos o "Museu dos Piratas do Caribe", o "Pirates Treasure "(adulto, $16,00 / criança $12,00). Somos recebidos por um pirata bem caracterizado e engraçado. O museu tem dois pavimentos e tem como atrativos moedas, documentos, armas, muitas moedas e restos de embarcação. Podemos, através de máquinas computadorizadas, rastrear o fundo do mar, a procura de tesouros em navios submersos nessa área do caribe, aliás, muito rica em naufrágios.





Se sobrar algum de tempo, vale um drink nos divertidos pubs do Havensight Mall, aguardando o embarque do navio.
É uma ilha fantástica e recomendo mais tempo para desfrutá-la, incluindo seus arredores. Sugiro, pelo menos, quatro "maravilhosos" dias no destino, entretanto, nas doze horas que nos foram concedidas, conseguimos dispor de uma fatia interessante desse complexo de lazer. Assim sendo, o destino vale super, em qualquer grade de  programação.
Reservamos nosso passeio com a Transamérica Turismo.





Listada como patrimônio mundial pela UNESCO, a Baía de Halong (Halong Bay) é um passeio imperdível para quem visita o Vietnã. Diz a lenda, que um dragão gigante mergulhou  no Golfo de Tonquim e as chicotadas da sua cauda produziram as ilhotas ("ha long"significa "dragão que desce"). São mais de duas mil ilhotas de calcário e dolomita, espalhadas em uma área de 1.500 km quadrados. E para lá seguimos, em nosso aguardado roteiro na Ásia. O passeio foi de  um dia, em um cruzeiro  pela Baía.