Um dos grandes programas  no mundo das viagens é conhecer o famoso Monte Etna na Sicília. O fascínio não é por menos. É o vulcão mais alto (3.370m) e ativo da Europa. Os romanos o consideravam a oficina de Vulcano, o deus do fogo. É Patrimonio Mundial da UNESCO, em 2013.
Saímos de Palermo ainda na madrugada, às 4:30h, obviamente, ainda escuro . Ajustei o waze e segui viagem. Estrada boa, bem sinalizada, muito tranqüila e sem pedágio. Sao 254 km, algo em torno de três horas e meia de viagem. Seguimos pela A19 e E932.




Uma visita imperdível para quem visita a Sicília é o Vale dos Templos ou Valle Dei Templi. Localizado ao sul da ilha, sempre foi uma região estratégica e, por conseqüência, bastante disputada. Povoada inicialmente por colonos gregos, no ano de 582 a.C.,  a cidade era chamada de Akragas. Foi considerada o maior complexo de templos gregos fora da Grécia. O sítio arqueológico é o maior do mundo, são 1.300 hectares distribuídos entre templos, jardins, aquedutos e túmulos. Desde 1997, faz parte do Patrimônio da UNESCO. Com a disputa entre cartagineses e romanos, a cidade passou a ser chamada Agrigentum (de origem romana). Somente à época do fascismo, na Itália, denominou-se "Agrigento".
Para visitar o vale, há duas entradas principais. Uma delas, a "Porta V" (Viale Caduti Di Marzabotto), que, tendo como ponto de partida, Palermo, é a ideal. A "Via Panorâmica Valle Dei Temple" localiza-se na área superior (parte alta).
O estacionamento é imenso e, confesso, um tanto desorganizado. A bilheteria fica a uma curta caminhada. Preparem-se pois o passeio é longo e, portanto, cansativo, o que pede roupas leves, protetor solar e chapéu ou guarda sol, não esquecendo de abastecer-se de água.
As atrações principais possuem um com traduções para o inglês e italiano. Tudo muito didático. Retratam também a cidade na ocasião.
Optamos por conhecer os principais templos, uma vez que o tempo, para tanto, já consumia quase que o dia inteiro no local. Segue uma descrição do nosso tour:




Em setembro de 2018, voamos com a Air Índia, a maior e mais antiga companhia aérea indiana. Voamos de Delhi a Katmandu, Nepal, em um vôo de aproximadamente duas horas. Reservamos direto no site da empresa. Foi tudo bem prático e os valores podem ser expressos em dólar ou rupias (Rs). O pagamento poderá ser realizado com os principais cartões de crédito internacionais. A empresa, membro da Star Alliance, ainda oferece a vantagem de pontuar as milhas. 
O check-in no aeroporto Indira Gandhi foi bem rápido e embarcamos com uma mala despachada e outra de mão, com no máximo oito quilos. Viajamos na classe econômica. Nenhuma exigência a mais do que o esperado, para um vôo internacional. Saimos pontualmente.
Voamos em um Airbus A32O, em bom estado de conservação, três poltronas de cada lado, com espaço para pernas aceitável para econômica. Não ofereciam nenhum entretenimento adicional, salvo uma revista de bordo e jornal. Como a maioria, havia poltronas reclináveis e descanso para cabeça. A comissária de bordo nos pareceu solícita com os passageiros.







Foi servido uma pequena refeição, na qual constavam itens como omelete, batatas, pão, água e frutas. Um pouco picante, como reza o costume gastronômico local.


O vôo foi bastante tranqüilo e chegamos na hora prevista. É uma boa empresa, com muitas rotas para vôos internos, inclusive. Pela pontualidade e dispondo de um serviço simples, porém  eficaz, recomendamos.

Localizada no centro da região norte, a capital da Índia é gigantesca, caótica e fascinante. Essa foi nossa porta de entrada para esse fantástico pais. O nome da Índia vem de "Indoi", palavra grega para designar o povo que vivia além do rio Indo. Os sítios pré-históricos remontam 20000 a.C. É um país com uma história riquíssima e uma diversidade cultural imensa. A Índia é um aprendizado.

Onde Ficar:

Após os trâmites legais da imigração, nos encaminhamos para o hotel, o excelente Leela Palace. A localização deste é primordial para a exploração turística da cidade, porque as distâncias não parecem amistosas, o tráfego é intenso e desorganizado e a economia com transporte merece atenção no planejamento do roteiro.




Um do programas mais descolados na pequenina Porto de Pedras, em Alagoas, é conhecer a Associação Peixe-Boi. Localizada na rua principal da cidade, a pequenina casa chama a atenção também pelo movimento. É bem organizada, dotada de uma área com recepção, uma sala de reuniões, outro espaço com máquinas para confecção das camisas da associação e uma lojinha para vendas da produção. Empresas importantes e celebridades contribuíram para construção, reforma e aquisição de aparelhos para a associação. Essa ajuda nunca foi esquecida e até hoje o fato é comentado.