Saímos  de casa em um sábado ensolarado e dispostos a fazer algo diferente. Resolvemos conhecer a Vila Palatéia e sua criação de ostras. Seguimos no sentido Litoral Sul, via Barra de São Miguel e, então, continuamos até a famosa Praia do Gunga. Um pouco antes da ponte da Lagoa do Roteiro, tomamos a direção a direita, em uma estreita estrada de barro (5 km) até o destino final, a Vila Palatéia. Assim, perfazemos um total de uma hora e dez minutos, saindo de Maceió. O local é muito simples, com muitas casas de taipas, mangue e Mata Atlântica, além de moradores alegres e solícitos. O local é área de reserva ambiental e possui a maior fazenda de criação de ostras da região. Procuramos informações, no local, de como realizar o passeio até a "Fazenda das Ostras". Nos recomendaram falar com  Maria, a atual responsável pela Associação Paraíso das Ostras e que nos levou ao passeio. São disponíveis 20 canoeiros. O visitante pode dispor, além do passeio, a degustação dos crustáceos (são seis ostras por pessoa, ao custo de R$60,00, o pacote).  
Após acomodação na canoa e devidamente paramentados com coletes salva-vidas ( é conveniente levar também repelente e protetor solar),  iniciamos  nosso passeio no mangue, em direção a Lagoa do Roteiro. A maré baixa, colaborava para tanto, uma vez que a fazenda fica submersa a depender do nível da mesma.


Atualizado em Outubro de 2019

Tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional, a pequena cidade de Piranhas é a maior atração do sertão de Alagoas. Partindo de Maceió, são 285 km , seguindo no sentido de Arapiraca. Não é aconselhável transitar a noite, pois possui trechos isolados e com estradas em recuperação .Piranhas possui ótimas atrações, que justificam pelo menos três dias de hospedagem. A cidade das casinhas coloridas inspiram muitas histórias, principalmente as que remetem Lampião, o rei do cangaço .
Os passeios em Piranhas podem ser divididos em três partes:
- A  cidade em si
- A Rota do Cangaço
- O Cânion do Xingó e seus arredores.




Um dos passeios mais cortejados em Istambul, é passear pelo Estreito de Bósforo. Dotado de uma  beleza natural incrível, é de importante valor histórico e geográfico. Ali, muitas batalhas foram travadas entre cristãos e muçulmanos. O Estreito de Bósforo possui aproximadamente 33 km de extensão e liga o Mar Negro, ao norte, ao Mar de Mármara, ao sul. Sua largura varia de 550 metros a 3 km e possui profundidade entre 36 e 124 metros.



Bhaktapur também é conhecida como Khwopa na língua newari. Foi a capital do Nepal do século XII ao XV. Ate o século VIII, a cidade era murada e cercada de vários portões. A população era de aproximadamente cem mil pessoas, entre artesãos, empresários e camponeses. A maioria dos habitantes era de hindus ou budistas, vivendo em plena harmonia, até os dias atuais.
A arquitetura e a cultura fazem de Bhaktapur a cidade cultural do Nepal. São templos em estilo pagoda e shikhar, vihas (monasterios budistas), lonhah oitis (picos de pedra), estupas, portas, templos de terracota, jarahns (tanques de água), palácios  e muitas outras atrações culturais. A Praça Real de Bhaktapur ( Dubar Square) é Patrimônio da Humanidade, desde 1979. A cidade mostra toda cultura neware. É muito comum encontrar manisfestações culturais em toda cidade. O acesso ao local é pago (U$15,00).




Em nossa visita a Pequim, capital da China, um dos passeios mais aguardados era conhecer a Muralha da China. Com uma extensão de pouco mais de 6700 km de leste a oeste, altura de 8 metros e medindo cerca de 4 metros de largura, a muralha impressiona pela beleza e importância. Construída a partir de 700 a.C como um conjunto de muros, foi apenas no ano de 206 a.C que Qin Shi Huang, o primeiro Imperador da China, unificador dos sete reinos, tentou construir a grande muralha. Possuia a função de defesa contra os invasores da Eurásia, principalmente mongóis e o controle da entrada de mercadorias, principalmente as da Rota das Sedas. A Grande Muralha se estende de Dandong no leste, ao Lago Lop a oeste. É Patrimônio Mundial da Unesco.