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Em nossa viagem a Sydney, Austrália, realizamos um passeio ao famoso Hunter Valley, uma das mais famosas  regiões vinícolas  do país e a mais antiga também. É uma região de Nova Gales do Sul, localizada a 120 km de Sydney. As especialidades da região variam entre o vinho branco Semillon, o tinto Shiraz e também o Chardonnay. São mais de 150 vinícolas espalhadas na região. Um mapa bem legal e explicativo pode ser obtido no passeio. Nossa primeira parada foi na Ernest Hill Wines, um local bem rústico e agradável. Nas paredes, vários prêmios da vinícola. Após uma rápida orientação sobre os vinhos, pudemos apreciá-los e, então, se desejarmos, comprá-los também. Não fomos conhecer as plantações, embora disponibilizassem  essa opção. Ainda na região de Pokolbin, seguimos para uma harmonização de vinhos com os pratos apresentados para degustação. Gostamos bastante.

Compramos pela TAM o vôo Maceió-Sydney em nossas férias de junho/2015. Como possui parceria com a LAN, o trecho Santiago-Sydney seria realizado pela Qantas. Uma grata surpresa, afinal, é avaliada como uma das melhores empresas aérea do mundo. A Qantas é uma empresa aérea australiana e a terceira mais antiga do mundo.  Aguardávamos ansiosos por conhecer seus serviços.



O visual da aeronave impressiona, muito bonito. Um Boeing 747. Check-in e embarque no horário marcado. A classe econômica possui três poltronas na lateral e quatro no centro. Recebemos travesseiro, manta (muito boa) e um kit de higiene pessoal, além de um fone de ouvido. O espaço das pernas é o já conhecido, oferecido por outras empresas, para a classe econômica, um pouco apertado, mas não chega a ser desconfortável. Recebemos também um kit para crianças, uma pena que, na oportunidade, não desfrutávamos da companhia delas.

Esse foi, sem dúvida, um dos melhores passeios que fizemos em Sydney e, para nós, um dos melhores zoológicos do mundo.
Para chegar ao Zoo, inicialmente toma-se o ferry na circular Quay, mais precisamente pelo cais de número dois. Na compra do translado, pode-se adquirir o ingresso ao Zoo conjuntamente,uma espécie de combo. Importante conservar esse ingresso porque o mesmo será solicitado na catraca eletrônica, tanto na ida quanto na volta.



A espera na Circular Quay já é espetacular, com uma vista para Harbour Bridge ou para Opera House. Lembrando que os horários do ferry são cumpridos na chegada e saída. Saem e chegam pontualmente. O ferry é especifico para o Taronga Zoo. Possui wifi grátis e, em aproximadamente 15 minutos, cruzamos a Baia de Sydney.




Conhecer a Austrália estava nos nossos planos já havia um bom tempo. Juntamos nossas milhas (TAM) e aguardamos o melhor tempo, ou seja, nossas férias. O planejamento inicial seria conciliar o menor tempo de deslocamento com um menor custo e, ainda assim, sabíamos que a viagem seria muito longa. O trajeto mais rápido para Sydney é pelo Chile e totalizou 35 horas de viagem, levando em consideração as conexões em São Paulo e Santiago. Outras opções para realizar o trajeto foram milimetricamente estudadas, mas estariam fora de cogitação, uma vez que quase dobram o tempo de viagem. E, embora até diminuam as milhas, não compensam. Usamos 150 mil pontos por pessoa, à partir de Maceió. Considerando um total de 4 dias só em deslocamentos, o ideal é que se tenha o máximo de tempo disponível para conhecer esse belíssimo país. Não foi o nosso caso, pois tínhamos apenas 8 dias em terra e resolvemos condensar. Primeiro conhecendo Sydney, na Austrália e, posteriormente, Auckland, na Nova Zelândia. 
O visto é necessário para conhecer a Austrália. Poderá ser retirado preenchendo-se um  formulário pela Internet no site da Embaixada Australiana ou contratando uma empresa especializada para tal  fim. Contratamos os serviços da Infovistos e ficamos muito satisfeitos. Todos os documentos foram encaminhados, conforme solicitação,  juntamente com uma taxa de 220 reais por pessoa. O contato via e -mail era realizado com regularidade e, em uma semana, já estávamos com nosso visto aprovado. Não   é preciso o envio do passaporte e recebemos a aprovação via endereço eletrônico. Basta imprimir e levar junto ao passaporte válido. A vacina contra febre amarela tem que está em dia (validade por 10 anos) e nos foi solicitada logo que chegamos à imigração. O  Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia é emitido pela Anvisa. Outro cuidado: ao levar medicamentos, não esqueçam a receita médica.

                                                                                 

   


A moeda é o dólar australiano (AUD$). Trocamos a moeda ainda no Brasil (Guarulhos-Safra), com uma cotação de 2,74 reais para 1 dólar australiano. Os travellers cheques não são bem aceitos, mas os cartões de crédito tradicionais sim.
Em Sydney, chegamos no Terminal 1 do Aeroporto Internacional Kingsford Smith, que está localizado a 8 km ao sul do centro da cidade. Já era noite e, com duas malas grandes, optamos por fazer o transfer de táxi (o mais caro). Nosso hotel estava localizado na O'Connell Street, distante 20 minutos e pagamos a quantia de AUD$ 55 (aceitam cartão).
Estando com hotel bem localizado, os deslocamentos podem ser realizados com uma boa caminhada. A maioria dos  pontos de interesse ficam próximos entre si. O centro é bem concentrado. Não sentimos necessidade de alugar carro aqui.
Aproveitem! Sydney é um espetáculo!