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Uma das grandes atrações do Japão é o Monte Fuji, ou Fuji-San, como chamam os japoneses.  Desde o séc VIII, a montanha, que na época expelia fumaça, já era adorada pelos japoneses. Tem 3.776m e está localizada na ilha de Honshu, entre a província de Shizooka e Yanmashi. Sua cratera apresenta 4 km de circunferência e é considerado um vulção ativo, mas com baixa probabilidade de erupção. A última erupção, aliás,  foi em novembro de 1707.
 A região próxima a montanha é muito bonita e conta com a presença de cinco lagos (Fuji go-ko) e de onde se tem uma vista muito bonita para a montanha famosa. A montanha se divide em dez estações. De ônibus chegamos até a quinta estação .


          


Conhecer o Japão fazia parte da nossa programação, pelo leste da Ásia, já havia um bom tempo. Finalmente, em novembro, fomos conhecer a terra do sol nascente, dos olhinhos puxados e das maravilhas tecnológicas.

NOSSA PROGRAMAÇÃO

Pela proximidade geográfica e pelo pouco tempo que tínhamos disponível (14 dias), escolhemos conhecer as capitais do leste asiático, a saber, Tóquio, Seul e Pequim. Mas, obviamente, todo esse tempo no Japão também seria uma excelente opção.




Conhecer o Vietnã é uma experiência única. Hanói, sua  capital desde 1954, significa a "Cidade da Curva do Rio". É a mais antiga capital do Sudeste Asiático e foi fundada pelo imperador Ly Thai To, em 1010. Chegamos no final da tarde, viajando com a Transamerica Turismo em seu roteiro do "Sudeste Asiático", o qual indicamos. O que nos chamou atenção de imediato foi o grande número de motos na cidade. Impressionante. Afinal, são mais de cinco milhões de motos para uma população de quase oito milhões de habitantes. Seguimos direto para nosso hotel, o The Ann Hanói Hotel. Um bom hotel e de ótima localização, perto de restaurantes e para uma  boa caminhada ao centro da cidade. 

Sabe aquele lugar onde tudo parece funcionar bem e o equilíbrio parece predominar? Esse lugar chama-se Singapura ou Cingapura (em malaio). Com um dos maiores IDHs (índice de desenvolvimento humano) do mundo, essa cidade-estado é encantadora. Foi nosso último destino na Ásia, concluindo uma série deles no fantástico roteiro "Sudeste Asiático", elaborado pela Transamerica Turismo, .
Após deixar o domínio britânico, separando-se da Malásia, em 1965, a ilha, antes pobre, tornou-se um dos lugares mais ricos do mundo. As línguas vigentes são o inglês, chinês, malaio e tâmil. A moeda é o dólar (1 real equivale a 0,34SGD ou dólares de Singapura) e o visto não é necessário para brasileiros.
Chegamos no início da noite e o encantamento já nos encheu os olhos no próprio aeroporto. O mega Aeroporto Changi é considerado o melhor do mundo. Entre as principais atrações, está a Forest Valley (um agrupamento de plantas) e a Rain Vostex (a maior cachoeira interna do mundo).




Listada como patrimônio mundial pela UNESCO, a Baía de Halong (Halong Bay) é um passeio imperdível para quem visita o Vietnã. Diz a lenda, que um dragão gigante mergulhou  no Golfo de Tonquim e as chicotadas da sua cauda produziram as ilhotas ("ha long"significa "dragão que desce"). São mais de duas mil ilhotas de calcário e dolomita, espalhadas em uma área de 1.500 km quadrados. E para lá seguimos, em nosso aguardado roteiro na Ásia. O passeio foi de  um dia, em um cruzeiro  pela Baía.




Há quarenta anos resolvi colecionar selos. Mais um lazer em uma época, que correr na rua descalço ou jogar bola com os amigos, era o programa mais comum. Mas sempre fui sonhador e, conhecer os países apresentados naqueles pedacinhos de papel, me encantavam demais, mas sabia que meus sonhos, de tão distantes, seriam impossíveis. O pior, é que eu gostava dos lugares longínquos, quanto mais distantes, melhor. Em minha cidade existia uma pequena loja, bem perto do Teatro Deodoro, no centro da cidade de Maceió. Lá também se vendia peixinhos de aquário, mas minha paixão eram os selos. Morava distante, mas sempre passava por lá, para saber as novidades dos pequenos papeis.
Meu primeiro selo foi  do Nepal e logo me encantei. Katmandu, a capital, pesquisei assim que cheguei em casa. Uma vez que decidimos colecioná-los, temos que saber a história, conhecer sua geografia, sua política, a vida do povo, do contrário, não passa de um pedaço de papel.



Mapa da Korean Air

O Continente asiático é gigantesco e, quando uma viajem está à vista, planejamos primeiramente a disponibilidade. Tínhamos 15 dias e resolvemos conhecer as capitais: Tóquio, Seul e Pequim. Aliás, todo esse tempo em um único país já seria uma boa programação.
Viajamos no início de novembro, tempo bom, com temperatura um pouco fria, mas ainda agradável.
Levamos dólar e euro e todas as trocas de moedas foram realizadas ao chegar ao destino.