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O Taj Mahal é muito mais que um túmulo, é uma magnífica obra de arte. Para entender o Taj Mahal há que visitá-lo, sentir o clima misterioso que o cerca e poder admirar cada metro da sua estrutura composta de mármore branco. A pedido de sua esposa favorita, Mumtaz Mahal, que faleceu após o parto, o imperador mogul Shah Jahan não mediu esforços, nem dinheiro, para construir o monumento. Essa magnífica obra muçulmana foi creditada a Ustad Ahmad Lahori, um arquiteto indiano de ascendência persa. A construção começou em 1630 e, para a ocasião, foram convocados os melhores escultores, artesãos e empreiteiros da Pérsia e de toda Europa. O local escolhido foi a margem sudoeste do rio Yamuna.
O Taj Mahal possui cinco estruturas principais: o Darwasa ou portão principal, o Bageecha ou jardim, o Masjid ou mesquita, o Naqqar Khana ou casa de descanso e o Rauza, que é o mausoléu onde fica o túmulo. O estilo é o mogul, que combina detalhes da arquitetura persa, islâmica e da Ásia Central. Seus minaretes possuem 40 metros de altura e são um pouco inclinados anteriormente, exatamente para direcionar a queda dos mesmos, sob circunstâncias adversas da natureza, como os terremotos, para o lado oposto ao mausoléu .
Viajar para a Índia é uma experiência única, marca o limite do bom viajante, mas alguns roteiros merecem ser melhor estudados. Uma programação imperdível por lá é fazer o roteiro do Triângulo Dourado, um passeio que parte de Nova Deli, segue para Jaipur e depois Agra. Não aconselho alugar carro, pois embora as distâncias sejam relativamente curtas, o trânsito é caótico, as estradas não são as melhores, a direção é inglesa (a direita) e temos que redobrar a atenção com animais na estrada, lembrando que são sagrados na Índia. Por vezes, paramos na estrada para desviar das vacas e até elefantes. Não é fácil.
Viajamos a Seul em 2015. Após caminharmos bastante na cidade, fizemos um passeio nos famosos ônibus turísticos. Usamos o serviço do Tiger Bus Seoul City Tours.Tomamos o ônibus no Deoksugung Palace, perto da prefeitura e a uma curta caminhada de nosso hotel. Ônibus confortável , oferece fone de ouvido e com 12 línguas a sua disposição ( sem português ).
Em nosso roteiro pela Ásia, reservamos três dias para Seul ou Seoul, capital da Coréia do Sul. Chegamos voando pela Korean Air vindo de Tokyo. Após pouco mais de duas horas e meia de vôo, chegamos ao Aeroporto Internacional de Seoul, o Incheon. Não precisamos de visto, apenas passaporte válido para uma permanência de até três meses. Um sistema eletrônico foi introduzido para autorização de viagem desde de 1o de abril de 2022, o K-ETA . Possui validade de dois anos, a contar da data da emissão, sem limite de uso. Como viajamos antes desta data, não utilizamos esse sistema.
Bhaktapur também é conhecida como Khwopa na língua newari. Foi a capital do Nepal do século XII ao XV. Ate o século VIII, a cidade era murada e cercada de vários portões. A população era de aproximadamente cem mil pessoas, entre artesãos, empresários e camponeses. A maioria dos habitantes era de hindus ou budistas, vivendo em plena harmonia, até os dias atuais.
A arquitetura e a cultura fazem de Bhaktapur a cidade cultural do Nepal. São templos em estilo pagoda e shikhar, vihas (monasterios budistas), lonhah oitis (picos de pedra), estupas, portas, templos de terracota, jarahns (tanques de água), palácios e muitas outras atrações culturais. A Praça Real de Bhaktapur ( Dubar Square) é Patrimônio da Humanidade, desde 1979. A cidade mostra toda cultura neware. É muito comum encontrar manisfestações culturais em toda cidade. O acesso ao local é pago (U$15,00).
No caminho entre Jaipur e Agra, está a incrível Fatehpur Sikri, hoje uma cidade fantasma. Fundada pelo grande imperador Akbar entre 1571 e 1585, em homenagem a Salim Chishti, famoso Santo Sufi, foi capital mogul por apenas catorze anos. Como não havia herdeiros para o trono, Akbar foi procurar ajuda de Salim, que morava na vila Sikri. Como a profecia se realizou e nasceu seu primeiro herdeiro, o imperador mandou construir a cidade. Seu estado de conservação impressiona. É um grande exemplo de cidade murada. Possui áreas públicas, privadas e sua arquitetura mistura estilos hindu e islâmico. Quase todas as edificações são em arenito vermelho, o preferido de Akbar.
Akbar foi o terceiro imperador mogul na Índia. Foi o mais brilhante dos imperadores. Assumiu o controle aos treze anos e tinha espírito muito empreendedor, deixando um grande legado para Índia. Reinou de 1556 a 1605.
Alguns locais são destaques na cidade. Começamos nossa visita pelo prédio para audiência e debates, o Diwan-i-Khas. O mesmo é suntuoso e seu pilar central bem decorado é destaque. O tesouro ou Ankn Michauli. Localizado um pouco atrás e lateral. Era o local onde guardavam ouro, prata e moedas do imperador.
| Diwan-i-Khas - Prédio para audiências e debates. Ao fundo, o Ankh Michauli ou tesouro. |
Em setembro de 2017, viajamos para esse incrível país chamado Nepal. Brasileiros precisam de visto, podendo ser logrado na chegada ao aeroporto de Katmandu, o único internacional no país e, para viajar a qualquer outro destino, obrigatoriamente tem que passar pelo mesmo.
Logo no desembarque, temos que fazer um scanner do nosso passaporte onde, além da foto, obtida de imediato, outros dados básicos são solicitados, como número do passaporte, data da expedição e validade, local de hospedagem no Nepal, entre outras perguntas básicas. A seguir, paga-se o valor em dólares, aceitando-se cartões, bandeiras visa ou master. Até quinze dias, paga-se vinte e cinco dólares por pessoa.
Logo no desembarque, temos que fazer um scanner do nosso passaporte onde, além da foto, obtida de imediato, outros dados básicos são solicitados, como número do passaporte, data da expedição e validade, local de hospedagem no Nepal, entre outras perguntas básicas. A seguir, paga-se o valor em dólares, aceitando-se cartões, bandeiras visa ou master. Até quinze dias, paga-se vinte e cinco dólares por pessoa.
Em nossa viagem à Dubai em julho de 2013, época do Ramadan, este foi um dos passeios que fizemos. Um pouco antes fizemos o Safári no deserto (outro post), na verdade uma verdadeira aventura com muita adrenalina. Após o passeio no deserto, alguns carros da caravana seguiram outros caminhos e nós fomos ao tão esperado "jantar chique no deserto". A viagem dura aproximadamente uma hora até o lindo Resort Bab Al Shams, onde se localiza o restaurante Al Hadheerah.
Quando o roteiro é a China, o que se pensa em conhecer? Pois é... Talvez tudo, ou quase tudo, será encontrado aqui. Ela é estratégica, na verdade, a principal rua comercial da cidade. Possui, pelo menos, 2 km de extensão. Nosso hotel estava localizado ali e outros grandes hotéis estão nas redondezas, sendo uma excelente opção de hospedagem. Estando fora desse espaço, chega-se aqui pelo metrô Wangfujing, na linha vermelha. A movimentação no local é frenética, trânsito louco, que não respeita pedestres, bicicletas tentando andar em seu espaço reservado, ar bastante poluído, o que leva a maioria das pessoas transitarem portando máscaras.
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